Estou assistindo "Do Inferno", e cada vez mais vontade tenho de ler os quadrinhos. É uma ótima forma, realmente, de avaliar uma obra sem se perder em fanatismos. Assistir a adaptação para depois ler o texto original. Assim me ocorreu com "Parque dos Dinossauros", "Entrevista com o Vampiro" e inclusive clássicos como "Drácula" e "Frankenstein", em suas dezenas de visões cinematográficas. Com toda a certeza, "Entrevista...", por exemplo, não teria me agradado tanto, se eu soubesse de antemão que Armand não passa de um adolescente de 17 anos e cabelos ruivos (ao invés do quarentão moreno Antonio Banderas). "Do Inferno" até agora me pareceu um filme extremamente bem-feito, contado de uma forma sublime, e com uma fotografia invejável. Hoje mesmo, após terminar de assistir ao filme (e depois que eu tiver lido os scans remanescentes de "Spider-Girl"), começarei a ler "From Hell" em quadrinhos (que já está guardado com carinho no meu HD, apenas esperando a oportunidade correta), e tenho certeza de que degustarei ainda melhor a história de Alan Moore.
Seguindo pela mesma teoria, de maneira inversa, é certo que não gastarei dinheiro à toa para assistir "A Rainha dos Condenados", filme tão mal-falado, com o impune erro de não ter Tom Cruise como Lestat, e o qual eu de modo algum conseguiria assistir deixando de lado meus fanatismos pelas Crônicas Vampirescas, histórias que me agradam tanto, e que agradam tanto a meus olhos e imaginação. Quando sair para vídeo, talvez, quem sabe...

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